We are the champions, my friends
Há um tempo sem postar, hein? Comecei a trabalhar aqui em São Paulo e posso dizer que está sendo bem legal, não somente pela semana ter passado rápido, mas por experimentar uma rotina bem diferente do que estava acostumada quando era freelancer de jornalismo.
Ontem à noite, ao voltar pra casa, estava conversando com uma colega sobre como o tempo passa rápido e a saudade que estou da família que deixei em Salvador. Só que a felicidade é que eu consigo falar com elas todos os dias e cai na real ontem que eu não posso fazer isso com meu pai, o que me fez chorar feito criança de saudades dele.
Imediatamente, lembrei que ele era fã do Freddy Mercury, que não consigo escutar por motivos óbvios, mas que Papai considerava o melhor cantor do mundo. Queria muito que ele estivesse aqui comigo pra gente ir a uma maratona de cinema e garimpar livros de suspense no sebo.
É um buraco insuperável, principalmente, por ser a cópia em miniatura da personalidade dele que era um homem introvertido e observador. Além disso, nós tinhamos o mesmo gosto pelo rock, pela literatura obscura e por filmes antigos. É difícil pra mim falar disso, porém precisava dizer que I’ll keep on fighting/ ‘Till the end, papai.